Categoria: Notícias

Noticias Probat Leogap

kassai cafe

Kassai, um senhor café!

Jorge e Paula Kassai, tio e sobrinha, ele é o dono e ela a mestre de torra da Kassai Café.

Ao chegar no Centro de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, você será recebido pelo delicioso cheiro de café recém torrado que paira pelo ar. Lá está o Kassai Café, que há 13 anos espalha aromas pela cidade.

À frente do negócio, cheio de simpatia e conhecimento, está Jorge Kassai, que depois de 31 anos atuando na área bancária, resolveu se aposentar e apostou em um novo negócio, já que viu no café uma excelente oportunidade. “Minha ideia inicial era comprar um sítio e produzir café de qualidade, fiz isso e levei um susto: ninguém queria comprar porque era muito caro. Então partimos para a torrefação. Passamos um ano fazendo testes e adquirindo conhecimento antes de, oficialmente, colocarmos nosso café no mercado, porque desde o começo nossa preocupação era oferecer um autêntico café de qualidade”, explica Jorge.

Parceria Kassai Café e Probat Leogap

O Kassai Café é mais do que apenas grãos perfeitamente torrados. “A torra é apenas a parte final de um longo processo. Nosso trabalho começa na escolha da variedade genética do café que será geminado, a seleção das mudas, a colheita, secagem, separação e, por fim, a torra”, explica Elaine Kassai, esposa de Jorge e mestre de torra, juntamente com a sobrinha Paula Kassai. Hoje a marca possui um amplo reconhecimento no mercado brasileiro e no exterior, e faz a média de 40 torras diárias, todas feitas no Probatone 12.

“Na hora de montar a torrefação, nem pesquisamos outro equipamento! Sentimos confiança na marca Probat, vimos a qualidade e robustez dos equipamentos e hoje temos uma parceria muito forte, porque temos uma máquina que corresponde as nossas necessidades e uma equipe sempre pronta a nos atender”, diz Jorge.

Além de todo o cuidado com os grãos, a empresa também oferece cursos e consultoria para quem deseja entrar no mercado das cafeterias, além de locação de máquinas de café para qualquer empresa que deseja oferecer a bebida com qualidade. “Aos apaixonados por café e profissionais oferecemos cursos de barista, workshops e degustações de cafés especiais, ministrados pelo meu filho Paulo. Para os empreendedores oferecemos consultoria completa para implantação de cafeterias, incluindo projeto arquitetônico e financeiro, orientação na escolha de móveis e utensílios e criação de carta de cafés e bebidas”, explica Jorge.

O negócio é de família (são sete integrantes no total à frente de diversas áreas), mas o objetivo é global: ensinar as pessoas a degustar cafés de qualidade. “Quando começamos, era uma área completamente nova e os brasileiros estavam acostumados a beber cafés ruins, já que os melhores grãos eram exportados. Cada vez mais os brasileiros estão aprendendo a apreciar a bebida e estamos aqui para oferecer o que há de melhor. Não vendo café, vendo um conceito”, finaliza.

Mesmo na crise, Suplicy Cafés continua crescendo

Mesmo na crise, o Suplicy Cafés segue crescendo

Nascido em uma tradicional família do ramo cafeeiro, Marco Suplicy (daí a origem do nome Suplicy Cafés) sempre esteve ligado com o universo dos grãos, mas foi em 1998, ao assumir a fazenda da família da sua esposa, no sul de Minas Gerais, que se envolveu diretamente. “Entre 1998 e 2002, em termos de preço de café na porta da fazenda, foi pior que a crise de 1929, com o menor preço da história, então fui estudar o que podia ser feito”, conta ele.

Nesse estudo, ele se interessou pela primeira vez por ter um negócio, inspirado no modelo da Starbucks. “Seria uma loja com cafés finos, coisa que não tinha no Brasil”. Paralelamente ao trabalho na fazenda, Marco se associou a BSCA (Brazil Speciality Coffee Association) e em 2002 fez uma visita a feira americana de cafés especiais, na Califórnia. Durante a viagem esteve em diversas cidades dos Estados Unidos e de lá já voltou com uma consultora para ajudar no desenvolvimento do seu negócio. “Quando voltei, fui fazer curso de degustador de cafés e comecei a comprar equipamentos, muitos importados. Nisso, descobri um pessoal em Nevada que dava curso de torra e lá fui eu”, relembra.

Parceria entre Suplicy Cafés e Probat Leogap

O negócio começou a tomar forma e era a hora de escolher o equipamento de torra.

Conheci uma fabricante de máquinas de São Paulo, mas percebi que eles não entendiam de café. Fiz uma viagem à Curitiba, no final de 2002, e fui conhecer a Probat Leogap, onde encontrei gente que entende de café, ou seja, puderam me ajudar na escolha perfeita para a minha necessidade,

conta o orgulhoso dono do primeiro Probatone 25 fabricado no Brasil, que foi personalizado com a cor marcante da Suplicy Cafés Especiais. E o negócio se tornou um sucesso e referência no ramo! Talvez não saibam, mas Marco foi a pessoa responsável por trazer o campeonato de Latte Art para o Brasil. “Em 2009 o campeonato mundial foi em Atlanta e como a campeã brasileira era uma barista nossa, fui acompanhá-la e lá vi como funciona o TNT (Thursday Nigth Throwdow). Chegando no Brasil, implantamos em 2009 esse TNT, que hoje é realizado no Brasil todo e nosso intuito desde o começo foi apenas promover o campeonato”.

 

espresso-suplicy-final-out

 

Hoje a Suplicy Cafés conta com 14 unidades e, apesar da crise que o país enfrenta, segue em crescimento. “Estamos com uma loja que está em obras em Santiago – Chile, com previsão de abertura até o final de abril, que será nossa primeira loja fora do Brasil. Também assinamos com um interessado para o mercado norte-americano, com a primeira loja em Miami. Mesmo na crise, o Suplicy Cafés segue crescendo e fecharemos 2016 com 22 lojas”.

Segundo ele, isso se deve principalmente ao fato de o brasileiro ter aprendido a consumir cafés especiais, e não apenas os industriais, como era até algum tempo. “Uma pesquisa da Euromonitor , encomendada pela ABIC, confirma esse crescimento dos cafés finos, então, vejo com muito bons olhos. Num ano terrível como esse, estamos em franco crescimento porque cada dia mais o brasileiro, por experimentação, descobre o sabor dos cafés finos.

Brincamos que café forte é ruim e café extra forte é ‘extra ruim’, que são os que mais vendem no Brasil, mas nosso povo tem aprendido que podem ter mais que isso”. Apaixonado por cafés, Marco vê com satisfação o movimento que está tendo no Brasil. “Somos o país do café, mas aqui não se tinha noção do que é café, não havia respeito pela bebida e, ainda bem, essa tradição está vindo de fora e as perspectivas são as melhores”, completa.

supernova-coffee-roasters

Supernova Coffee Roaster, novo cliente Probat Leogap

O Supernova Coffee Roasters abriu há cerca de três meses em Curitiba e como qualidade de torra é um item primordial por lá, possuem um Probatone 5.

“Eu já conhecia a marca, então na hora de escolher o torrador não tive dúvidas. A Probat é quase unanimidade no mundo todo, justamente porque oferece qualidade e robustez, garantindo os melhores resultados na torra dos grãos”, diz o sócio da Supernova, Luiz Eduardo Melo.

Microtorrefação no Supernova Coffee

Tendo como foco principal ser uma microtorrefadora e não apenas um coffee shop, as torras são realizadas três vezes por semana, com grãos de fazendas cafeeiras do norte do Paraná, do sul de Minas Gerais, da região de Mogiana e alguns microlotes nacionais de produção muito limitada. Há ainda os importados da viagem que Luiz Eduardo fez ao leste africano, com variedades da Etiópia, Ruanda, Quênia e principalmente da Tanzânia. “Queremos democratizar o acesso do público aos cafés especiais, por isso, fazemos questão de explicar para os nossos clientes sobre a procedência dos grãos, processo de torra e preparo”, diz ele.

Mais do que satisfeito com o seu Probatone 5, Luiz Eduardo ressalta o atendimento recebido pela Probat Leogap. “Fui muito bem atendido desde o primeiro contato. Conheci a fábrica, todo o processo de engenharia e equipamentos de clientes em funcionamento. Me deram todo o suporte necessário e o pós-venda merece destaque especial”.

Aprenda a preparar os mais variados tipos de café

Conheça os diferentes métodos para preparar cafés

Para muitos, o dia só começa, efetivamente, após uma boa xícara de café. Além de fornecer energia para o novo dia que surge, preparar cafés também é um momento de se reunir com a família e amigos, independente da hora do dia, ou apenas um momento íntimo de relaxamento.

Envolto num ritual de escolha, preparação e degustação, o café é atualmente a segunda bebida mais consumida no mundo – há quem diga que é a primeira! – e, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o consumo de café aumentou mais de 5% nos últimos anos.

São muitas as receitas, truques e segredos para a preparação de um bom café e – sem querer ofender a receita de sua avó! – hoje vamos mostrar alguns processos para você preparar na sua casa uma bebida de alta qualidade e sabor.

Os tipos de café mais conhecidos

1 – French Press

Esse processo resulta num café mais aromático, intenso, com um pouco de resíduo, por isso, o ideal é que a moagem seja mais grossa. Resumindo: um café com mais corpo e doçura.

O processo é bastante simples. escalde o frenchpress e descarte o excesso de água. Quando a água do preparo do café começar a ferver, tire do fogo e espere um minuto (nunca coe o café com a água fervendo!).

Coloque o pó no fundo da cafeteira (6 colheres de sopa para um litro de água), adicione a água e mexa com a ajuda de uma colher. Deixe descansar por alguns minutos e mexa novamente. Pressione o êmbolo com delicadeza para obter a bebida. O preço médio é de R$ 45 a R$ 272

2- Chemex

Nesse processo, o café ideal é o mais ácido ou mais doce. Dele resulta uma bebida limpa com acidez mais presente e corpo mais leve, graças ao seu filtro mais espesso. Para prepará-lo, o melhor é que escalde o filtro para diminuir o aroma do papel.

Coloque o pó (a proporção é de 5 colheres para um litro de água) e faça a pré-infusão por cerca de 40 segundos com 10% da água. Despeje o restante da água aos poucos e em movimentos circulares. O valor varia entre R$ 153 e R$ 210

3- Hario

Ele pode ser de plástico, vidro ou cerâmica, com formato cônico e veios internos, com fundo largo, o que ajuda a água a passar de forma homogênea e contínua. Isso resulta numa bebida mais doce.

Para utilizá-lo, prefira grãos com moagem média, escalde o filtro, acrescente o pó e faça uma pré-infusão com 10% da água por cerca de 20 segundos, para obter o melhor sabor. Depois, acrescente o restante da água de forma contínua e circular. A proporção correta é de 5 colheres para cada litro de água. O investimento é de R$35 a R$ 145

4- Mocha

Este é o que mais se aproxima do espresso, pelo amargor. Com grãos em moagem grossa, ele valoriza o corpo do café, que perde a acidez e fica mais forte e encorpado. Para preparar, coloque água na base até a marca indicada. Preencha o filtro da cafeteira com o pó até a borda e feche a tampa superior, sem espremer. Leve ao fogo baixo e retire quando terminar a filtragem. R$ 39 a R$ 295 é a variação de preço.

5- Aeropress

Ele é versátil e aceita todos os tipos de cafés e a moagem ideal é a média. Seu funcionamento combina filtragem rápida e pressão, resultando em menor amargor. Com a água fervida já descansada por um minuto, adicione o café (proporção de 5 colheres para um litro de água), mexa e deixe em repouso por dois minutos. Depois, pressione o êmbolo para obter a bebida. O preço médio é de R$ 120

Agora, o mais importante: independente do processo, você precisa descobrir como mais gosta e viver sempre o prazer de uma xícara de café.

Baggio Café: nascido para ser especial

Baggio Café: nascido para ser especial

A Baggio Café foi construída com base em suor e lágrimas, mas é com um sorriso no rosto que Liana Baggio Ometto relembra de sua infância nas fazendas, acompanhando o trabalho dos seus pais e avós. “Na minha infância tinham muitas geadas e frequentemente perdíamos tudo. Mas também lembro de momentos bons, como procurar “filipe”, que são os grãos de café grudados, ou brincando por horas escondida na tulha ou sentindo aquele cheirinho maravilhoso do secador. Minha vida toda foi cercada de café”, relembra.

Os anos passaram e ela continuou acompanhando muito de perto toda a realidade das plantações de café de sua família, que vendia os grãos verdes no mercado nacional, mas sem atuar diretamente no segmento.

Após 11 anos trabalhando com papel e celulose, finalmente Liana decidiu se dedicar à cultura do café. Ali nascia um sonho. “Sempre dei muito valor pelo fato de ser neta de um italiano que largou tudo na Itália para vir tentar uma nova vida aqui no Brasil. Isso sempre me emocionou muito, pois o café é a base da minha família e deveria ser também a base dos meus negócios”.

Em 2002 começou a ler, se apaixonar e querer a voltar para o mercado do café. “Desde essa época, decidi que não precisava ser um negócio grande, mas que tinha ser único”. Um ano depois, começou a exportar seus cafés bem selecionados, com distribuidor na Itália e Estados Unidos, países onde aprendeu muito sobre o mercado de cafés especiais.

Liana sempre quis conhecer o máximo possível do negócio, por isso, passou um tempo em um empório para conhecer todas as maneiras de manipular cafés, onde eram preparados os grãos verdes fornecidos pela Baggio.

O começo foi complicado, mas também foi lá que conheceu Clodoaldo, que mais tarde se tornaria seu braço direito, mestre de torra e sócio. “Ele foi meu instrutor nesse empório e, desde o início, nos demos super bem. Eu ficava impressionada que tudo que ele fazia, ficava ótimo: as torras eram perfeitas, os cafés eram maravilhosos. Um tempo depois, perguntei se queria trabalhar na Baggio Café e, após pensar, decidiu apostar nesse sonho”.

Baggio Café: referência  por seus cafés especiais

Em 2006, com a desvalorização cambial e por serem uma empresa pequena, decidiram fazer uma torreção. Era a hora de mudar! “Decidi junto com o Clodoaldo por fazer nossa torrefação com uma linha pequena de cafés, apenas com os melhores grãos e também uma linha de aromatizados, o que fez com que muita gente nos chamasse de loucos, já que no Brasil ainda não tinha consumo expressivo de cafés com aromas. Até nós duvidamos inicialmente”, relembra.

Com o crescimento do negócio e boa aceitação do mercado aos produtos inovadores, começou também a parceria com a Probat Leogap.

“Compramos o nosso primeiro torrador, de 10 quilos em 2007. O Clodoaldo fez pesquisas e gostamos da linha Probat, principalmente por ser alemã e por termos sido muito bem atendidos. Tínhamos certeza da qualidade, confiávamos no produto e vimos que dispunham das melhores tecnologias e um completo sistema de segurança. Hoje, são nossos parceiros, por quem temos muito respeito e consideração”.

Mais um salto no crescimento em 2011 e mais uma aquisição Probat: o Probatone 25. “Nossa missão é satisfazer os paladares de milhões de apreciadores de cafés no Brasil e no mundo, capturando a delicadeza e a potencialidade que os grãos podem oferecer. Os torradores Probat são sinônimo de alta tecnologia. E isso faz toda diferença, porque sempre trabalhamos em busca da torra perfeita”. Para 2016, a parceria continua, com a concretização da compra do Probatone 60.

“Acabamos de comprar o Probatino, para as amostras, que era o sonho do Clodoaldo”, conta a sorridente Liana. Hoje, os cafés aromatizados representam 20% de todo o faturamento da empresa.

“Sempre focamos em estilo, qualidade, inovação, beleza e atendimento. Mas, não estamos satisfeitos, queremos mais! Estamos focando muito no mercado externo, com negociações bem interessantes com outros países. Estamos desenvolvendo outros produtos, para atender os mais variados paladares”.

Se no começo o negócio foi taxado como loucura, hoje é visto com muito respeito. “Meu avô provavelmente nunca imaginou que a quarta geração levaria o nome dele para tantos lugares e seria tão admirado e premiado”.

Liana também se prova uma boa administradora do tempo, já que vai da plantação ao cliente final, sempre antenada em tudo o que acontece no universo do café. “O mercado de cafés especiais cresce de 15 a 20% ao ano, segundo pesquisas da Associação Brasileira de Cafés (ABIC) e cada vez mais as pessoas estão se interessando em saber a procedência dos grãos e o processo de torra”.

Ela acredita que estamos numa revolução fortíssima do consumo. “Com a chegada das cápsulas, que tornou o consumo de cafés uma coisa universal, é comum vermos as pessoas degustando blends de todas as partes do mundo. Assim, o cliente pode consumir na comodidade de sua casa aquele café que antes só podia tomar em coffee shops”. Aliás, cápsulas é um segmento que a Baggio Café tem atuado forte e está em plena ascensão.

Microtorrefadoras e Probat Leogap: parceria na produção de cafés especiais

Probat Leogap intensifica atuação junto à microtorrefadoras

Empresa aproveita a boa fase do segmento e amplia o atendimento com produtos premium para microtorrefadoras.

Líder mundial na fabricação de equipamentos para torra e moagem de café, a Probat tem tradição no atendimento das maiores indústrias do país. Com mais de 50 anos no mercado brasileiro, a marca está presente em oito de cada 10 grandes empresas da área.

Com todo esse know-how, a marca agora quer intensificar a atuação no segmento de microtorrefadoras e coffee shops. “Sempre fomos reconhecidos pelos nossos equipamentos de grande porte para as indústrias, porém, no mundo tem forte presença junto às pequenas cafeterias e microtorrefadoras, e é isso que queremos mostrar para o mercado brasileiro”, afirma o diretor da Probat Leogap, Paulo Kleinke.

Enquanto o consumo de cafés tradicionais cresce em torno de 2%, o consumo de cafés especiais bate os 15% anualmente no mundo. Assim, novas possibilidade de negócios têm surgido para as pequenas empresas e, consequentemente, para a Probat.“Somos a marca preferida no resto do mundo pelos mestres de torra, agora, estamos direcionando nossos esforços para reforçar isso em terras brasileiras”, afirma o diretor.

Com as suas máquinas de menor porte, como o Probatone 5, com capacidade para 5kg de torra e o Probatino, com capacidade entre 800g a 1200g, a marca consegue atender com qualidade os coffee shops, que se tornam cada vez mais presentes nas cidades do país.

“Vivemos a difusão de uma nova cultura do café, onde os brasileiros não se satisfazem apenas com a bebida tradicional, as técnicas convencionais de preparo e com pouco sabor. Os brasileiros estão aprendendo que a bebida pode – e deve! – ser saborosa e sofisticada”

diz Elcio Kulka, gerente comercial da marca. Não apenas os coffee shops perceberam esse novo mercado em expansão, mas também as fazendas e cooperativas. “Hoje muitos produtores de café já atuam em todo o ciclo, da plantação à torra dos grãos, assim, surgem microtorrefadores, desenvolvendo produtos para atender os paladares dos consumidores mais exigentes”, diz Paulo Kleinke.

Tecnologia de ponta e qualidade assegurada

Uma das grandes preocupações da Probat Leogap, tanto na linha industrial quando nas suas máquinas de menor capacidade, é oferecer aos seus clientes a melhor qualidade e tecnologia, o que faz com que hoje o mercado a reconheça como uma marca premium.

“Nossos produtos têm qualidade superior e são resultados de extensas pesquisas, visando o sabor, aroma e característica de cada grão. Mais que isso, também nos preocupamos em oferecer a cada mestre de torra a possibilidade de desenvolver seus lotes de café de forma personalizada”, diz Paulo Kleinke.

Não se trata de um trabalho mecânico, mas extremamente versátil. “Seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade e segurança alemãs, nossas máquinas atendem até o menor dos shop roasters, com tecnologia incomparável, como o software de curva de torra, onde é possível acompanhar detalhadamente cada etapa do processo, com precisão e reprodução fiel da técnica desenvolvida pelo mestre torrefador”, afirma o diretor.
Se não bastasse todas estas características, as máquinas Probat Leogap ainda são de alta durabilidade e baixa manutenção. “Nossas máquinas não possuem o menor preço, justamente por todas as pesquisas e tecnologias que utilizamos, assim como o moderno sistema de segurança, mas, a médio e longo prazo, há a garantia de um bom investimento e a certeza da melhor escolha para quem quer a perfeição na torra de grãos”, finaliza Elcio Kulka.