Fazenda em Minas Gerais monta laboratório com equipamentos Probat

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Helisson Afonso proprietário do Sítio Baixadão (localizado em Cristina na região da Mantiqueira de Minas Gerais) é um apaixonado por café. Não poderia ser diferente, já que Helisson nasceu em uma família de agricultores e cresceu no meio da lavoura. Mas foi só em 1994, no ano em que nasceu, que seu pai Sebastião, decidiu apostar no plantio de café. A plantação deu certo e a Fazenda que já produzia outros cultivos, agora conta com 80 hectares apenas para o café.

Em 2007, Sebastião investiu nos cafés especiais e no ano seguinte já pôde ver os resultados, quando a qualidade do seu café começou a se destacar no mercado e em concursos. A fazenda é bi-campeã no Cup of Excellence (categoria natural), concurso realizado pela BSCA. Em 2014, seu lote foi o vencedor atingindo 95,18 pontos e em 2015 atingiu a nota 94,47, o que garantiu o primeiro lugar novamente.

Helisson esteve presente em todo esse processo. Desde pequeno já demonstrava fascínio pelo café, e assim que concluiu os estudos, passou a se dedicar integralmente à fazenda. Com tanta experiência e reconhecimento, ele conta que a participação em concursos abriu as portas para o mercado, tanto nacional quanto internacional. ‘”Quando ganhamos os concursos, nosso nome ficou maior. O Sítio Baixadão ficou conhecido, o que nos ajuda muito na venda do café”.

A visibilidade que conquistaram nos concursos se expandiu, e contribuiu não apenas para o sucesso da fazenda, mas também para promover a região como um todo. “Muitos produtores de café da região trabalhavam apenas com commodity, e depois que ganhamos os campeonatos, os vizinhos começaram a se preocupar com a qualidade do café. E hoje eles também estão participando dos concursos e sendo reconhecidos”, comenta Helisson.

Essas vitórias incentivaram Helisson e seu pai, a investir cada vez mais na fazenda, e com o intuito de aperfeiçoar o trabalho com cafés especiais, no ano passado montaram um laboratório para análise dos grãos. Com equipamentos da Probat Leogap, sendo o torrador de prova (TP2) e o Moinho M-50, o controle da safra é feito na própria fazenda, sem precisar submeter a outro local para fazer a análise. Helisson e o pai são responsáveis pelas análises, mas também contam com o auxílio de um Q-Grader que os visita semanalmente.

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“O laboratório está sendo muito bom porque ajuda nos testes, na qualidade e na agilidade, já que podemos fazer as análises na hora que quisermos. Assim também ajuda bastante com os nossos clientes, que quando visitam a fazenda podem provar e escolher o lote de café de sua preferência, tudo de forma eficaz, sem sairmos da fazenda”.

Segundo Helisson, outro benefício está em não ficar mais no escuro quanto a qualidade dos lotes que são enviados à cooperativa, pois antes dependiam exclusivamente da análise do degustador, e hoje podem questionar o resultado caso obtenham uma pontuação diferente da que analisaram.

“Antes de montarmos o laboratório, conversamos com vários especialistas pedindo sugestões de equipamentos, e todos comentaram que haviam várias marcas, mas a Probat é a Probat, é o melhor que tem. Como sempre buscamos o melhor para nossa fazenda, fomos direto na Probat, sem medo. Hoje estamos muito satisfeitos com o laboratório e os equipamentos da Probat, que nos ajudam a conhecer melhor nosso café. O pessoal que vem aqui provar, sabe que a torra é feita num Probat e se sentem mais seguros, pois a análise é perfeita”, ressalta Helisson.

Antes de decidir o que iriam comprar, acionaram o Luiz Machado, consultor de vendas da Probat Leogap, que avaliou as necessidades da Fazenda de modo a recomendar os equipamentos para a estruturação do laboratório. Segundo Helisson, o TP2 já trabalhou bastante e não demonstrou nenhum problema.

Com os privilégios da região da Mantiqueira, como o clima e a altitude favoráveis a produção de cafés especiais, agora a Fazenda Baixadão poderá se dedicar a explorar as melhores oportunidades no plantio de café. ”O nosso laboratório está nos ajudando a trazer inteligência para os processos de avaliação, uma vez que podemos identificar os lotes e gerar dados precisos que contribuem para o aprimoramento do plantio”, finaliza Helisson.