Harufo Café chegou para transformar o mercado de café no Tocantins

Cristiano Abdalla da Harufo Café

Há cerca de 15 anos, o dentista Cristiano Abdalla, teve o seu primeiro contato com o mundo do café, uma vez que seu pai vinha se dedicando ao cultivo do café no Cerrado Mineiro. Além disso, a sua esposa veio de uma família de produtores de café com tradição de 100 anos na região de Alta Mogiana, interior de São Paulo, de modo que foi inevitável o seu envolvimento com o universo dos cafés.

“Me formei em odontologia e tenho 26 anos de experiência como dentista, mas no ano passado resolvi empreender no segmento de cafés especiais. Fiz curso de análise sensorial, de barista e mestre de torra. Tudo isso para lançar no mercado do Tocantins, a minha marca de cafés especiais, a Harufo Café, porque sempre me senti incomodado com a ideia de trabalhar o café como uma mera commodity”, diz Cristiano.

A ausência de marcas de café especial no Tocantins foi o impulso que Cristiano precisava para entrar nesse negócio. Segundo ele, o Tocantins é distante dos centros produtores de café e dos fabricantes de equipamentos.

“O fato de estarmos geograficamente distantes dos principais centros produtores exige uma certa coragem, sem falar que também precisamos mudar os hábitos de consumo na região, contudo, acredito que estou tendo sucesso nessa empreitada”, sinaliza Cristiano.

Cristiano tem se destacado no mercado do Tocantins pelo seu pioneirismo e, também por conhecer bem o perfil de consumo dos seus potenciais clientes. Além de contar com equipamento para torra, um Probatone 5, ele também é o primeiro produtor de café especial da região. Para viabilizar a sua start-up, a Prefeitura teve inclusive que criar um código específico para enquadrar a sua atividade de produtor artesanal.

“Com a minha marca de cafés especiais, a Harufo Café (em língua africana significa aroma), tenho conquistado clientes como cafeterias e empórios gourmets, e o nosso produto tem tido uma ótima aceitação entre os consumidores finais. Tanto que ainda neste ano ou no mais tardar em 2019, pretendo incrementar a minha produção e adquirir um Probatone 25. Estou me estruturando pra isso, pois senti um bom potencial”.

Quando lançou a sua marca no ano passado, Cristiano investiu num Probatino, porém este ano já conseguiu expandir em função da demanda e resolveu trocar o equipamento por um Probatone 5. Segundo ele, atributos como estabilidade, repetibilidade de processos e confiabilidade foram fatores decisivos para a escolha da marca Probat.

“Logo depois de fazer os cursos de café, comecei a pesquisar algumas marcas de torradores, analisei especificações técnicas e, cheguei a conclusão de que os equipamentos da Probat ofereciam mais benefícios, mesmo sendo mais caros do que outras marcas. Acredito que os seus torradores são superiores”, reforça Cristiano.

O empreendedor diz estar muito satisfeito com o seu torrador e mesmo nas situações em que precisou de suporte técnico, Cristiano obteve uma ótima assistência por parte da Probat.

“Precisei de suporte em algumas situações, mas sempre fui bem atendido pela equipe da Probat, tanto em situações presenciais quanto em atendimentos via vídeo conferência, os técnicos sempre foram ágeis e eficientes”, pontua Cristiano.