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De paixão a negócio: conheça a história da mulher que fundou a 1º torrefação na Colônia Witmarsum

Em homenagem ao mês da mulher, nas últimas semanas a Leogap trouxe algumas histórias de mulheres do café, cada uma com sua singularidade, força e visão sobre o mundo.

Para fechar essa série com chave de ouro, hoje vamos falar sobre a Silvana Ewert Ramos, proprietária do Witmarsum Kaffee Rosterei, torrefação localizada na cidade de Palmeira, no Paraná.

A história de Silvana começou cedo – formada em Comunicação e Marketing, trabalhou na Probat Leogap por alguns anos antes de abrir a sua própria torrefação.

“Lá foi onde tive a feliz oportunidade de ingressar nesse universo contagiante do café especial. Pude fazer diversos cursos de torra e prova de café, inclusive na matriz, na Alemanha”, conta.

Com sua certificação de Q-Grader obtida na Academia do Café, além de vários outros cursos que realizou ao longo de sua passagem na Leogap, Silvana tomou uma decisão importante: deixar sua 1ª profissão para investir em seu sonho e foi assim que a Witmarsum Kaffee Rosterei nasceu. A torrefação fica localizada na Colônia Witmarsum, a cerca de 65km de Curitiba, local turístico muito visitado que, por coincidência, é o local onde Silvana nasceu.

“Minha maior motivação é valorizar o produtor e essa frutinha tão especial que oferece tantas boas experiências, pois café não é só café, são as histórias, é o tempo na mesa com aquela pessoa querida, é carinho, é amor, união, são memórias que ficam. Gosto de dizer que o melhor do café são as pessoas! ”, destaca Silvana.

Para a empreendedora, trabalhar com café é gratificante e ela se sente realizada tanto profissionalmente como mulher.

“A participação da mulher vem crescendo a cada ano nesse ramo, agregando valor ao café especial. É maravilhoso ver a mulher presente em toda cadeia produtiva do café, desde a lavoura até a xícara”.

Silvana finaliza:

“Proporcionar um café de verdade, que possui aroma, corpo, doçura, café sem impurezas ou defeitos, feito com amor e dedicação em cada etapa e que ainda tem benefícios para saúde, além da prazerosa experiência sensorial do primeiro ao último gole, não tem preço! A Probat Leogap fez parte da minha história com café especial e valoriza o papel da mulher. Sou grata por cada oportunidade que tive”, finaliza.

Nossos votos para 2022 – Institucional Probat Leogap

Um ano de muitos desafios e também de muito aprendizado: assim foi 2021.

Chegamos até aqui mais fortes e confiantes de que o próximo ano será ainda melhor!

Que o Ano Novo que se aproxima seja uma porta aberta para sonhos, renovações de fé e muita paz para o nosso mundo, trazendo a todos novos desafios, novos projetos e muito sucesso.

Nossos votos para 2022 são de esperança e otimismo! A todos os nossos parceiros, colegas de profissão, clientes e amigos nosso agradecimento mais do que especial por nos acompanharem até aqui.

Boas Festas e um próspero 2022! 🎄🎅🏽

Pilares de torra para Rasta: técnica, prática, mística e sentimento guiam o estilo do Mestre de Torra

Técnica, prática, mística e sentimento: para Thiago Sidney, mais conhecido como “Rasta”, esses são os segredos de uma torra perfeita. 5ª geração de produtores de café, a convivência diária com o avô durante grande parte da sua vida, na Fazenda Esperança, em Minas Gerais, fez com que desde cedo ele mergulhasse de cabeça no universo dos cafés.

“Muitos escolhem o café, mas eu digo que, no meu caso, foi o contrário”, afirma Rasta.

João Sidney de Sousa Filho, o Zinho, avô de Rasta, era quem provava e classificava cafés para seu comércio. Ele costumava provar os cafés de suas lavouras – naquela época, separando o que era café mole, extremamente mole do café duro – isso muito antes dos cafés especiais ganharem notoriedade no mercado.

“O foco da minha família sempre foi a busca pela qualidade, por isso, desde cedo, me interessei pelo ofício e não pensei duas vezes em ‘adiar’ o estudo convencional para me dedicar exclusivamente ao dia a dia na fazenda, lavoura e terreiro”.

No início, mesmo com a estranheza, seus pais seguiram acreditando, apostando no filho e deixando o destino tomar conta. A vivência que o mineiro teve no terreiro durante sua juventude foi fundamental para criar uma base sólida que, anos mais tarde, ajudaria na formação de um dos Mestres de Torra mais conhecidos do mercado.

Anos mais tarde, em 2008, Rasta foi para os EUA a convite do seu tio, Bruno de Souza, que também trabalha com cafés especiais há muitos anos. O objetivo era entender o que os clientes na época buscavam e o que o maior mercado consumidor do mundo estava falando, já que nessa época de fato estava acontecendo uma grande mudança para a cafeicultura e qualidade dos cafés mundiais.

Durante este período Rasta trabalhou por 9 meses em um grande armazém com foco em qualidade, a Costa Oro, aprendendo um pouco mais sobre esse outro viés na teia da cafeicultura. No mesmo ano, Rasta começou a estudar a fundo sobre sensorial e protocolos de prova e classificação de especiais. Dessa experiência, resultou em um grande aprendizado e grandes relacionamentos com amigos e clientes americanos.

O nascimento de uma nova era

Quando retornou de viagem, passou um período aperfeiçoando sua técnica e ganhando cada vez mais prática, mais experiência, até que em 2014, participou do Cup Of Excellence. Na competição, uma das mais importantes do cenário mundial, o lote preparado pelo mineiro chegou na grande final.

Um ano depois, Rasta passou por um período difícil em sua vida pessoal: com o falecimento do Sr. João Sidney, o Zinho, como era conhecido o seu avô, Rasta finalizou a última safra na Fazenda Esperança, onde separou alguns lotes de café para dar início a um grande sonho.

“Com o falecimento do meu avô, em 2015, não via mais sentido, naquela época, em continuar trabalhando na fazenda, principalmente pelas histórias e lembranças que construí durante toda a vida, que foram muito fortes. Foi então que decidi dar o próximo passo na minha carreira e vida, iniciando meu próprio negócio”

Assim nasceu a Rastafari Cafés Especiais, a materialização de um sonho antigo do mestre de torra mineiro, unindo sua cultura, seus trabalhos e sua vida. A torrefação, que funcionou durante 12 meses, entrou em hiato em 2016, quando Rasta recebeu um convite para assumir uma grande missão. Ser o gerente e responsável pelos cafés e indústria na Octávio Café.

“Fiquei muito honrado com o convite recebido e não pensei duas vezes quando fui chamado para assumir essa missão e dar um grande passo para minha carreira e aprendizado, estar à frente de uma das maiores e mais referentes industrias de cafés especiais do Brasil, a Octávio Café”, conta.

Desde final do ano de 2018, após uma reestruturação na indústria, Rasta passou a se responsabilizar com foco exclusivo na parte de torra e qualidade dos cafés. A rotina do mineiro engloba etapas que vão desde a escolha e compra da matéria-prima, passando pelo desenvolvimento do perfil de torra, produção e o controle de qualidade do produto acabado.

“Minha rotina, hoje, é dedicada exclusivamente ao café. Para isso, conto com equipamentos que entregam performance e consistência, afinal de contas, um dos maiores desafios do mestre de torra são a melhoria continua e padrão de qualidade na hora de desenvolver e replicar determinado perfil”.

No dia a dia, Rasta tem a sua disposição 4 torradores Probat Leogap para traçar o melhor perfil e replicar as torras: um UG45 de 1950, um UG15, um Probatino e um TP2 para teste de amostras no período da escolha da matéria-prima; além disso, a Octávio Café dispõe de dois torradores Leogap T30 que replicam em larga escala a torra criada pelo mestre.  

“Cada café se comporta de uma maneira única, portanto, busco sempre expressar na torra o que aquele determinado café tem de melhor. Para isso, todas as etapas são extremamente importantes: desde o pré-aquecimento até o produto ir para o empacotamento, tudo precisa estar alinhado. A técnica me ajuda a ter mais equilíbrio e a prática traz a segurança que preciso”, afirma.

Tudo funciona assim: a prova do café acontece no TP2, já o desenvolvimento da curva é feito no Probatino. Com a curva criada, o café vai para a primeira batelada no torrador maior, onde acontecem alguns ajustes e apenas depois da checagem da torra é que o café é replicado em larga escala.

“Desde que passei a fazer parte da equipe Octávio Café aprendi muito sobre gestão e melhoria continua com base em ferramentas fundamentais para ganho de qualidade em processos e consequentemente qualidade total do produto. Para quem estava acostumado com a rotina de uma micro torrefação, lidar com a torra de cafés especiais em larga escala é um desafio estimulante”, afirma.

Como diz Rasta, “A xícara não mente!”. Com o resultado testado e aprovado na xícara, o mestre de torra tem certeza de que atingiu o seu objetivo: implementar os 4 pilares que julga essenciais para um bom café. É com a técnica, prática, mística e sentimento que nascem os cafés no estilo “Rasta”.

“Todo café é único. Cada vez mais vejo que a valorização do mestre de torra é uma tendência que está em alta, principalmente no mundo pós-pandemia. As pessoas estão aprendendo a apreciar bons cafés, o público se tornou mais exigente, tudo isso faz parte do desenvolvimento dos valores que envolvem a teia dos cafés especiais, ofício pelo qual tenho orgulho em dedicar toda a minha vida”, finaliza.

Café Minamihara – paixão por café que atravessou 4 gerações

Quem passa pelo km 407 da Rodovia Candido Portinari, em Franca, não imagina que por trás dos portões da Fazenda Minamihara, existem quatro gerações movidas pela paixão por café.

Num bate-papo descontraído via Zoom, Anderson Minamihara, quarta geração da fazenda, nos leva para um mergulho na história da família que, antes mesmo da década de 1970, já carregava em seu DNA o amor pelo café especial, principalmente café orgânico. Descendente de japoneses, o pai de Anderson, viu com seus próprios olhos o desenvolvimento da região do Cerrado.

Engenheiro Agrônomo de profissão, Getulio Minamihara atuou diretamente na implantação de muitas fazendas na região conhecida hoje como Alta Mogiana. Quando chegou à cidade de Franca, em São Paulo, ele vivenciou o início da expansão das regiões produtores de café na região sul e sudeste. Este período de expansão das regiões produtoras foi marcado também pela crescente no uso de agrotóxicos e compostos químicos nos cafezais, prática adotada inclusive por Getulio durante vários anos.

A Geada Negra, evento paralelo ocorrido nas lavouras paranaenses também teve um papel importante no desenvolvimento dos cafés da região sudeste. Com a disparada no preço do café no mercado mundial devido à geada, esse foi o período em que mais cresceu a utilização de produtos químicos nas lavouras. Na balança, pesava não apenas a quantidade de produtos químicos utilizados, como também a queda na qualidade dos cafés. Frente a esse cenário, o pai de Anderson dedicou sua rotina de estudos à análise da qualidade dos cafés produzidos. Tudo começou quando Getulio percebeu que, apesar dos pés de cafés serem produtivos, eles não pareciam saudáveis. Estudando o solo, a raiz dos pés de cafés e como funciona toda a dinâmica envolvida no plantio e no desenvolvimento da planta, Getulio constatou que era chegada a hora de tentar algo novo – foi então, que decidiu começar a separar os lotes de cafés orgânicos dos cafés que recebiam agrotóxico. Sem perceber, esse movimento que já era praticado pelos avós de Anderson lá no início da saga da família Minamihara – quando já faziam a separação dos lotes de cafés – se tornaria tendência 20 anos mais tarde.

Hard user de agrotóxicos até a década de 90, Getulio passou 10 anos estudando e testando novas técnicas de manejo até que, no início dos anos 2000, a Fazenda Minamihara aboliu por completo a utilização de agrotóxicos em seus cafezais.  Essa decisão importante fez os donos da Fazenda Minamihara perceberem que estavam indo na contramão do mercado – enquanto a maior parte das fazendas ainda investiam em produtos químicos, a família prezava sempre pela separação dos lotes sem quaisquer produtos químicos.

Com mais de 100 lotes de café no portfolio, a Fazenda Minamihara já produzia café especial orgânico muito antes desse tipo de café começar a chamar a atenção do mercado, sempre prezando pela sustentabilidade e pela experiência que envolve todo o universo café na cadeia produtiva. “O café orgânico é considerado sustentável, pois além de ser um produto que faz bem ao corpo, é viável economicamente”, conta Anderson. 

Sustentabilidade

A sustentabilidade está cada vez mais em alta e, na Fazenda Minamihara, esse é um tema que sai da teoria e vai para a prática diária. As técnicas empregadas no cultivo são da agricultura biodinâmica e da agrofloresta. A agricultura biodinâmica leva em consideração o ciclo lunar e a posição dos astros no céu no momento do manejo dos pés de café, configurando à planta um sensorial específico durante cada período do ano. Um exemplo claro são os cafés colhidos durante a fase da lua nova, que apresentam caráter mais ácido, e os cafés colhidos durante a lua cheia, que apresentam caráter mais doce. Já o conceito de agrofloresta leva em consideração os elementos da natureza com base nas relações ecológicas. Na Fazenda Minamihara os pés de café são intercalados com grandes e frondosos abacateiros que fornecem sombra em uma relação ecológica chamada comensalismo.

Outro avanço implementado com o objetivo de fomentar o crescimento e visibilidade da marca foi a mudança do posicionamento e a forma de se comunicar com seu principal público-alvo. “Nosso público sempre foi, em sua grande maioria, um público com hábitos de consumo mais exigentes. Portanto, a ideia do branding é cada vez mais oferecer a experiência que os cafés personalizados proporcionam, sempre com foco nesse tipo específico de cliente. Nosso segundo objetivo frente ao público mais amplo é de aproximá-los da temática do café especial e fornecer conhecimento para entender como funciona todo o processo que envolve a cadeia do café, desde o momento que ele ainda é um grão verde até chegar à xícara”, destaca Anderson.

Para Martha Grill, responsável pela torra dos cafés da fazenda, os nanolotes representam a experiência completa que o cliente deseja. “Aqui na fazenda o nosso terroir é muito específico, com características que identificam o café Minamihara. Essa característica foi conquistada há anos e se deve graças à forma do manejo da produção aplicado pela família”. Segundo Martha, os cafés da Fazenda Minamihara se comportam de forma diferente dos cafés de outras fazendas. “Eu costumo dizer que aqui os cafés se comportam como vinho, pois melhoram com o tempo. Meu café preferido é um nanolote de um pé de café que possui 20 anos, um incrível Catucaí-Açú”, destaca.

A Fazenda  Minamihara foi a primeira da região da Alta Mogiana a obter um café com 90 pontos. E essa característica só foi possível alcançar graças à manutenção do potencial produtivo e da repetibilidade alcançada diariamente. “Aqui existem cafés bem pontuados – acima de 88, 90 pontos. E o mais legal é que conseguimos manter esse padrão anualmente graças ao manejo aplicado por aqui. Esse é um dos motivos pelos quais os cafés Minamihara são conhecidos pela sua excelência”, ressalta Martha.

Além do objetivo de trazer ao público regional a experiência do café orgânico para mais perto do consumidor final, a Fazenda Minamihara também exporta seus cafés para o mundo todo, a exemplo do Japão, Europa e Estados Unidos.  Anderson nos conta que durante a pandemia o modo de consumo de café não aumentou, nem diminuiu, mas sim, se transformou. “O consumo de café especial não caiu, ele se transformou; por isso que ter a marca bem posicionada é tão importante quando falamos sobre a visão do negócio”, ressalta Anderson.

Além do terroir específico, do manejo criterioso e da técnica aplicada durante as torras, é importante destacar o foco da marca quando o assunto é excelência dos cafés produzidos. O rebeneficiamento dos grãos é feito de forma distinta, focando principalmente na qualidade e não apenas na produtividade. Outro fator relevante é a utilização de equipamentos de alta performance que são essenciais para entregar o padrão exigido pelos clientes que desejam uma experiência sensorial completa na xícara. “Aqui na fazenda temos um torrador Probatone 5 e um Probatino, que são os destaques dentro da área de torrefação da fazenda. Com esses torradores, o dia-a-dia é facilitado, já que não preciso recriar sempre a mesma receita, uma vez que ela fica sempre salva para utilizar no futuro, além do fato de que as máquinas deixam a nossa área de torrefação muito mais linda, chamando atenção para o processo completo”, finaliza.

Novos horizontes para o Cora Café

Torrefação que nasceu em 2017 ganha nova unidade com cafeteria em Itupeva

 

Essa história de amor já é uma velha conhecida: lá em 2015 Bruna Mussolini já traçava seu plano de negócio para tirar do papel o sonho da torrefação. Dito e feito! Em 2017 nasceu o Cora Café, no quintal da Fazenda de seus pais na cidade de Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo.

Anos se passaram e a vontade de crescer aliada a um sonho antigo se transformaram na motivação para ampliar o negócio. O processo de expansão ocorreu gradativamente, até que em 2019 o sonho que Bruna tinha de abrir uma cafeteria começou a se aproximar cada vez mais da realidade.

A mudança foi tamanha que até de cidade o Cora Café mudou. O destino: Itupeva. A junção da torrefação com uma nova cafeteria em meio a uma cidade nova, onde a cultura do café especial ainda dava os primeiros passos era o grande desafio. O projeto que nasceu em 2019 tinha como meta ser implementado logo no início de 2020, mas com a chegada da pandemia, o sonho precisou ser adiado. Em meio a um cenário caótico e pandêmico, o Cora Café foi inaugurado oficialmente em Julho de 2020.

Com uma rotina de torras sendo realizadas duas vezes na semana (todas as terças e sextas), a mestre de torra conta que a missão do seu negócio é desmistificar o café especial e aproximar cada vez mais o cliente da cadeia produtiva.

“Sempre gostei muito de falar sobre café. O caminho que ele percorre até chegar à xícara. É um trabalho artesanal que envolve muita técnica. Aqui no Cora Café, o objetivo é que o cliente se sinta parte do processo produtivo. Nosso ambiente, a disposição do torrador e das mesas foi arquitetada para isso”, conta.

Em meio a um cenário de incertezas, o Cora Café nadou contra a corrente: a procura pela experiência da cafeteria na cidade aumentou na mesma proporção que aumentou também a curiosidade e o encanto pelo universo dos cafés especiais por parte do público.

“No início os clientes estranhavam o conceito de café especial. Mas depois de conhecer e mergulharem nesse universo a aceitação aumentou muito e hoje, por exemplo, a cafeteria se tornou um ponto turístico na cidade. O nosso Probatone 12 virou atração, chamando a atenção de todos os olhares atentos que passam por aqui”, destaca.

Para 2021, Bruna tem planos ambiciosos. Com o aumento da procura pelo consumo de cafés especiais por parte de seus clientes, cresceu também a curiosidade em torno do assunto, levando o público a buscar conhecimento específico sobre o mundo da torra. Pensando nisso, Bruna desenvolveu uma série de cursos e workshops com o objetivo de dar treinamento a quem se interessa pelo assunto. Entre os cursos ofertados estão: métodos de preparo, análise sensorial e cursos de torra.

Aqui no Cora Café sempre incentivamos nossos alunos e colaboradores a investir no conhecimento técnico para estarem preparados para o mercado. A gestão de um negócio precisa ser levada a sério. O café é um processo que deve ser bem feito em todas as etapas”, finaliza.

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