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Dia do Cacau: um convite para mergulhar de cabeça no segmento “Bean to Bar”

Você sabia que hoje é comemorado o Dia do Cacau?! Assim como o café, o chocolate é paixão nacional. Não é de hoje que sabemos que o consumo de cafés especiais tem aumentado devido à busca incessante do consumidor em apreciar um café de boa qualidade. Do mesmo modo como ocorre com o café, essa procura também tem acontecido no segmento do cacau, já que cada vez mais cresce o consumo de chocolate de maior qualidade. O mercado do cacau, atento aos caprichos de cada consumidor, tem se especializado e buscado oferecer uma experiência doce e requintada para os paladares mais exigentes.

O que muitos talvez não saibam é que, assim como na cadeia produtiva do café, por trás da produção do chocolate existe um processo bem complexo que vai desde a escolha do agricultor e da seleção dos melhores grãos até a  modelagem da barra e sua embalagem. Os chocolates Bean to Bar , na tradução literal “Do grão à Barra”, nasceram dessa necessidade e vem conquistando cada vez mais seu espaço no mercado.

Produzidos de forma quase 100% artesanal, essa modalidade se preocupa não apenas em trazer a melhor experiência sensorial ao consumidor, mas também busca aproximar todos os envolvidos no processo da produção de cacau como forma de conscientizar o consumo e valorizar o trabalho de toda uma cadeia. Na produção de chocolates dessa categoria, existem diversos processos moldados, como a análise dos grãos, a torra das amêndoas de cacau, a separação das cascas , o refino e a conchagem dos nibs de cacau, a etapa de têmpera, a moldagem, o resfriamento e a embalagem final.

Para organizar e unir todos os envolvidos nessa cadeia produtiva foi que nasceu em 2018 a Associação Bean to Bar Brasil (ACCB ). No site da associação www.beantobarbrasil.com.br é possível ter uma ideia de como ocorre as etapas de produção dos chocolates. A etapa de fermentação do cacau ainda na fazenda, por exemplo, juntamente com o processo de torra é fundamental para imprimir os “flavors” do chocolate Bean to Bar. Assim como ocorre com o café, os mestres de torra das amêndoas de cacau são responsáveis por desenhar os perfis de torra.

Um trabalho feito de forma tão minuciosa demanda muito estudo, tempo e experiência pois, como dizem os especialistas na área, “é difícil fazer um chocolate bom com um cacau ruim, mas é muito fácil fazer um chocolate ruim com um bom cacau”, por isso existe a necessidade de contar também com equipamentos que facilitem este processo já que variáveis como tempo e temperatura durante a torra são indispensáveis para garantir a excelência.

Para quem tem curiosidade e deseja se aprofundar neste tema recomendamos acompanhar o site da Associação Bean to Bar Brasil. Além disso, existem diversas marcas já consolidadas neste mercado que também possuem propriedade no assunto. A Dengo Chocolates, por exemplo, é líder nacional na produção de chocolates dessa categoria. No site da marca https://dengo.com/fabrica/ é possível, além de adquirir os produtos, fazer um tour na loja conceito localizada na cidade de Pinheiros, em São Paulo. A “Fábrica de Dengo” foi estrategicamente pensada para aproximar o  cliente da experiência completa que existe por trás de cada barra. Lá, o conceito aberto da loja proporciona ao consumidor um verdadeiro mergulho no universo do cacau, inclusive com a possibilidade de acompanhar parte do processo de torra feito no Probatone 25 que se encontra bem no meio da loja. Para quem quiser saber mais sobre o processo de torra, no nosso IGTV é possível acompanhar uma entrevista que fizemos recentemente com o Sr. Estevan Sartoreli, CEO e Co-founder da Dengo Chocolates.

E para quem ficou interessado principalmente no processo de torra de uma forma geral e gostaria de saber mais sobre as soluções que a Probat Leogap oferece para o segmento, basta entrar em contato conosco através da aba de contato no site ou pelas nossas redes sociais.

Estamos à disposição para mergulhar de cabeça com vocês nesse universo doce, saboroso e repleto de poesia!

Novos horizontes para o Cora Café

Torrefação que nasceu em 2017 ganha nova unidade com cafeteria em Itupeva

 

Essa história de amor já é uma velha conhecida: lá em 2015 Bruna Mussolini já traçava seu plano de negócio para tirar do papel o sonho da torrefação. Dito e feito! Em 2017 nasceu o Cora Café, no quintal da Fazenda de seus pais na cidade de Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo.

Anos se passaram e a vontade de crescer aliada a um sonho antigo se transformaram na motivação para ampliar o negócio. O processo de expansão ocorreu gradativamente, até que em 2019 o sonho que Bruna tinha de abrir uma cafeteria começou a se aproximar cada vez mais da realidade.

A mudança foi tamanha que até de cidade o Cora Café mudou. O destino: Itupeva. A junção da torrefação com uma nova cafeteria em meio a uma cidade nova, onde a cultura do café especial ainda dava os primeiros passos era o grande desafio. O projeto que nasceu em 2019 tinha como meta ser implementado logo no início de 2020, mas com a chegada da pandemia, o sonho precisou ser adiado. Em meio a um cenário caótico e pandêmico, o Cora Café foi inaugurado oficialmente em Julho de 2020.

Com uma rotina de torras sendo realizadas duas vezes na semana (todas as terças e sextas), a mestre de torra conta que a missão do seu negócio é desmistificar o café especial e aproximar cada vez mais o cliente da cadeia produtiva.

“Sempre gostei muito de falar sobre café. O caminho que ele percorre até chegar à xícara. É um trabalho artesanal que envolve muita técnica. Aqui no Cora Café, o objetivo é que o cliente se sinta parte do processo produtivo. Nosso ambiente, a disposição do torrador e das mesas foi arquitetada para isso”, conta.

Em meio a um cenário de incertezas, o Cora Café nadou contra a corrente: a procura pela experiência da cafeteria na cidade aumentou na mesma proporção que aumentou também a curiosidade e o encanto pelo universo dos cafés especiais por parte do público.

“No início os clientes estranhavam o conceito de café especial. Mas depois de conhecer e mergulharem nesse universo a aceitação aumentou muito e hoje, por exemplo, a cafeteria se tornou um ponto turístico na cidade. O nosso Probatone 12 virou atração, chamando a atenção de todos os olhares atentos que passam por aqui”, destaca.

Para 2021, Bruna tem planos ambiciosos. Com o aumento da procura pelo consumo de cafés especiais por parte de seus clientes, cresceu também a curiosidade em torno do assunto, levando o público a buscar conhecimento específico sobre o mundo da torra. Pensando nisso, Bruna desenvolveu uma série de cursos e workshops com o objetivo de dar treinamento a quem se interessa pelo assunto. Entre os cursos ofertados estão: métodos de preparo, análise sensorial e cursos de torra.

Aqui no Cora Café sempre incentivamos nossos alunos e colaboradores a investir no conhecimento técnico para estarem preparados para o mercado. A gestão de um negócio precisa ser levada a sério. O café é um processo que deve ser bem feito em todas as etapas”, finaliza.

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